terça-feira, 26 de março de 2013

É só para vos avisar...

Se precisarem de Manteiga de Pipoca, eu também tenho, ok?

17 comentários:

  1. ainda estou para descobrir, como é que consegues encontrar estas coisas...

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  2. Preciso para os pés, fará bem às frieiras? É que estes produtos têm tendência em ser milagrosos.

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  3. Isso deve ser muito bom para hidratar o cabelo!

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  4. Só para ti Palmier:

    http://www.pipocaweb.com.br/t/kit-pop-+-03-temperos/

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  7. We will always have paris diria o brando

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  8. Ó Palmier. Eu não duvido de ti nem ponho em causa o teu bom gosto e sabedoria, mas tens mesmo a certeza que o produto é de boa qualidade?
    Eu pergunto porque quando era miúda parva passei por uma experiência tão traumática que ainda hoje quando me lembro fico em estado de choque. Se não te zangares por ocupar o teu espaço, eu conto.
    Em paga pela tua amabilidade, quero um camião da tua manteiga porque sei que é boa, ponderando que não andas aqui para enganar ninguém. :)

    Parece que a melhor maneira de distinguir quando um ser feminino passa da meninice para a adolescência, é observar o tempo que gasta nas sua abluções nocturnas. A minha transição, muito prematura segundo a minha mãe, sem razão porque já ia fazer os doze anos, na nossa família resumia-se a uma admiração constante: que estará a Matilde ainda a fazer no quarto de banho?
    Quando nessa idade comecei a reparar nos anúncios de produtos de beleza nas revistas femininas, que estranhamente coincidiu com prestar uma verdadeira devoção aos anúncios sobre a temática na televisão, passava horas e horas esquecidas lá dentro a enfeitar-me.
    Interessava-me especialmente uma substância milagrosa chamada barro da formosura. Nos anúncios a história da sua descoberta era uma obra-prima de prosa lírica. A avaliar pelas fotos do antes e depois, o tratamento até beneficiava o nariz, olhos e cabelo.
    Ponderando tudo isso, vim a compreender porque um frasco do barro da formosura importado custava tanto dinheiro. Aliás, era barato considerando-se os resultados, e a minha única preocupação era como arranjar a quantia necessária.
    Com o espírito absorto no barro da formosura, era natural que as minhas notas no colégio dessem para trás. Todos os meses o jornal da nossa Vila publicava o quadro de honra do colégio, que incluía os nomes dos dez estudantes melhor classificados de cada classe. Todos os meses o meu nome brilhava pela ausência. De nada valia os meus pais apelarem para os meus sentimentos, orgulho e honra de família. Finalmente o pai disse que se o meu nome figurasse no quadro de honra me dava dois contos. Eram francos mas valia dois contos. Num segundo compreendi que essa soma era o preço para mais de dois frascos, e no mês seguinte, por milagre, lá estava o meu nome em destaque, a quatro disciplinas. O pai ficou eufórico e dispersou pela Vila o feito heróico da sua insigne descendente e disse que isso merecia que se abrisse o champanhe, mas eu disse-lhe que me desse já o dinheiro e eles que ficassem na festa organizada em minha honra. O pai deu-me quatro, quatro contos e a mãe lembrou-me que devia guardá-lo e iniciar um processo de estímulo à economia. Não liguei e corri com o dinheiro na mão e gastei até ao último cêntimo em seis frascos do maravilhoso barro da formosura.
    Depois, nem vale a pena contar. Fiquei com alguma carne no rosto porque o pai era um bom médico e tinha colegas muito bons também. Mas as manchas levaram anos a desaparecer.
    A tua manteiga é mesmo boa, não é?
    :)

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    1. Adorei a história....o que eu gosto destas partilhas.

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    2. Podes estar descansada... é a conhecida Manteiga da Formosura! :)))

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    3. Brilhante Matilde, brilhante!
      Ahahahahhahahahahahahahah
      :DD

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    4. Passei aqui a correr numa rapidinha e vi o comentário da akombi. Por que não partilha também? Eu acho que a Palmier não se ia zangar... vais?
      Todas temos histórias que não ofendem ninguém e podemos partilhar. Eu tenho tantas que nem que a minha vida tivesse mil anos acabava de contar. Era sair de uma encrenca e cair logo noutra pior.
      Boa noite para todas e todos.
      Matilde.

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    5. Claro que não! Eu adoro as vossas histórias! :)

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